Cisne Negro é um thriller psicológico ambientado no mundo do balé da
Cidade de Nova York. Natalie Portman interpreta uma bailarina de
destaque que se encontra presa a uma teia de intrigas e competição com
uma nova rival interpretada por Mila Kunis. O filme faz uma viagem
emocionante e às vezes aterrorizante à psique de uma jovem bailarina,
cujo papel principal como a Rainha dos Cisnes acaba sendo uma peça
fundamental para que ela se torne uma dançarina assustadoramente
perfeita.
Nina com uma rachadura através do seu rosto, o que representa a ruptura da sua personalidade
De uma meiga bailarina nasce um gigantesco e ameaçador Cisne Negro
O Cisne Negro penetra na mente de Nina, artomentando sua psique
Cisne Negro é simplesmente perfeito, um dos melhores filmes dos
últimos tempos. Se você ainda não o assistiu, não deixe de conferi-lo
imediatamente. Segue abaixo o excelente trailer do longa:
Esse curta de Jorge Jaramillo e Carlo Guillot, dá vida a uma versão mais sinistra do conto da Chapeuzinho Vermelho, de uma forma muito criativa e bem feita.
O fanatismo religioso levou Licaón, o rei da Arcádia, a realizar sacrifícios humanos. Chegou ao ponto de sacrificar todos os estrangeiros que chegavam a sua casa, violando a sagrada lei da hospitalidade.
Desaprovando essas aberrações, Zeus, o deus dos deuses, fêz-se passar por um peregrino e hospedou-se em seu palácio. Licaón preparou-se para sacrificá-lo, assim como havia feito com outros em nome de sua religiosidade. Mas antes mandou cozinhar a carne de um escravo e servir a Zeus. Enfurecido, o deus transformou Licaón em um lobo, e com um raio, incendiou o seu palácio que tinha sido testemunha de tanta crueldade.
Licaón era pai de inúmeros filhos, quase uns 50, tidos com muitas mulheres. Os filhos de Licaón eram tão cruéis quanto o pai e se tornaram famosos por sua insolência e seus crimes. Tão logo ficou sabendo das barbaridades dos filhos de Licaón, Zeus novamente se disfarçou de um velho mendigo e foi ao palácio dos Licaónidas para comprovar os rumores. Os jovens príncipes tiveram a ousadia de assassinar o próprio irmão Níctimo e servir suas entranhas ao hóspede, misturadas com entranhas de animais. Zeus descobriu a crueldade e, enfurecido, converteu todos em lobos e devolveu a vida a Níctimo que sucedeu seu pai no reino da Arcádia.
Foi então que, espantado com tanta violência instaurada entre a humanidade, Zeus decidiu exterminar a espécie humana. Os deuses se reuniram e Zeus expôs as terríveis condições que reinavam na Terra e anunciou que iria destruir todos os homens e criar uma nova raça que fosse mais digna de viver e que soubesse melhor cultuar os deuses. Tomou o seu raio, e já ia lançá-lo contra o mundo, destruindo-o pelo fogo, mas quando percebeu o perigo que um incêndio teria para os próprios deuses, decidiu então inundar a Terra.
Enquanto isso, os homens, sem nem desconfiar do que os espera, dedicam-se a suas ocupações terrestres. Mas um deles, Deucalião, rei da cidade de Tia, visita seu pai, o titã Prometeu, que está ainda acorrentado em seu castigo na montanha do Cáucaso. Prometeu, que ama os seres humanos e sabe o que Zeus está projetando, avisa seu filho. Assim que volta para a cidade, Deucalião começa a construir um grande navio de madeira. Deucalião e sua esposa, Pirra, instalaram-se no barco e passaram a morar ali.
De repente, pesadas nuvens começam a escurecer o céu, torrentes de chuva caíram e as plantações inundaram-se. Não satisfeito, Zeus pediu ajuda a seu irmão Poseidon, que, com seu tridente, sacudiu a Terra com um terremoto formando ondas gigantescas que devastaram as cidades. Homens, animais, casas e templos foram completamente destruídos pelas águas.
De todas as montanhas, apenas a do Parnaso conseguiu ficar acima das águas. Nele o barco de Deucalião e Pirra encontrou refúgio. Zeus viu que apenas eles haviam sobrevivido e cessou a tempestade. Poseidon fez o mesmo.
Deucalião e Pirra não queriam ser os únicos habitantes neste imenso mundo e desejaram ter o dom de seu antepassado Prometeu, para assim recriar a humanidade. Entraram num templo ainda meio destruído e rogaram a um oráculo para que os esclarecesse sobre a maneira de agir naquela situação. O oráculo respondeu:
"Saiam do templo com a cabeça coberta e as vestes desatadas e atirai para trás os ossos de vossa mãe".
Pirra ficou confusa com o que o oráculo disse. Mas Deucalião pensou seriamente e chegou à conclusão de que a Terra era a mãe comum de todos e as pedras seriam os seus ossos. Assim resolveram tentar. Velaram o rosto, afrouxaram as vestes, apanharam as pedras e atiraram-nas para trás. As pedras amoleceram e começaram a tomar forma humana. As pedras atiradas pelas mãos de Deucalião tornaram-se homens e aquelas atiradas pelas mãos de Pirra tornaram-se mulheres. E assim a humanidade ressurgiu.
Prometeu (aquele que vê antes ou prudente, previdente) era um dos Titãs, filho de Jápeto e Clímene e também irmão de Epimeteu (o que vê depois, inconsequente), Atlas e Menécio. Os dois últimos se uniram a Cronos na batalha dos Titãs contra os deuses olímpicos e, por terem fracassado, foram castigados por Zeus que então tornou-se o maior de todos os deuses. Prevendo o fim da guerra, Prometeu se uniou a Zeus e recomendou que seu irmão Epimeteu fizesse o mesmo. Assim, eles não foram castigados e viviam em paz na terra. Os irmãos foram incumbidos de criar os homens e todos os animais. Epimeteu encarregou-se da obra e Prometeu encarregou-se de supervisioná-la. Coube a Epimeteu distribuir aos seres qualidades para que pudessem sobreviver. Para alguns deu velocidade, a outros, força; a outros ainda deu asas, etc. Mas quando chegou a vez do homem, Epimeteu, que não sabe medir as consequências de seus atos, já havia gastado todos os seus recursos com os outros animais e agora o ser humano estava indefeso. Perplexo, recorreu ao seu irmão Prometeu, que subiu até o Olimpo, acendeu uma tocha no carro do sol de Apolo, trazendo o fogo, que antes era algo exclusivo dos Deuses, para os homens. Isto assegurou a superioridade dos homens sobre os outros animais. Com o fogo, o homem pôde, entre várias outras coisas, se proteger dos animais ferozes, cozinhar o seu alimento e aquecer sua moradia. Num célebre episódio, durante um banquete destinado a selar a paz entre mortais e deuses, Prometeu foi responsável por aplicar um estratagema em Zeus. Colocou duas oferendas diferentes diante do deus olímpico: uma delas consistia de um saco cheio de fartas carnes de touro, porém, escondidas dentro de um exterior repulsivo. A outra consistia, num outro saco, onde o titã colocou só os ossos e gorduras do touro, mas revestidos por uma embalagem atrativa. Zeus escolheu a segunda, abrindo assim um precendete para os futuros sacrifícios, e a partir de então os humanos teriam passado a ficar com a carne dos animais que sacrificavam, dedicando aos deuses apenas os ossos, envoltos numa camada de gordura. Ao descobrir que só havia ossos e gordura dentro do saco, Zeus se enfureceu, e retirou o fogo dos humanos como forma de retribuição. Prometeu, por sua vez, roubou o fogo dentro de um gigantesco caule de funcho, devolvendo-o à humanidade. (está é a outra versão para a história do roubo).
De qualquer forma, este roubo ousado de Prometeu deixou Zeus muito furioso, e isto não é nada bom. O deus dos deuses decidiu então punir Prometeu e seu tão adorado homem pela ousadia de furtar o fogo divino. Para isso mandou criar a primeira mulher, que se chamou Pandora. Ela foi feita no céu, moldada por Hefesto á semelhança das deusas, e cada um dos deuses contribuiu com alguma qualidade para aperfeiçoá-la. Afrodite deu-lhe a beleza e a meiguice, Atenas deu-lhe a sabedoria, Apolo, o dom da música, Zeus, porém, pediu secretamente a Hermes, o traiçoeiro deus dos ladrões, que impusesse na personalidade de Pandora a traição e a mentira. Assim dotada, destinou-a Zeus à espécie humana.
Hermes conduziu Pandora até Epimeteu, a quem Prometeu recomendara que não recebesse nenhum presente dos deuses. Porém, vendo-lhe a radiante beleza, o inconsequente Epimeteu esqueceu quanto lhe fora dito pelo irmão e tomou Pandora como esposa. Epimeteu tinha em sua casa uma caixa (em outras versões, um jarro) na qual guardava certos artigos malignos de que não se utilizara para a preparação do homem e fez a mulher prometer que não a abriria. Mas Pandora foi tomada por intensa curiosidade e, depois de uma noite de amor com Epimeteu, que caiu no sono, ela lhe enganou e abriu a caixa. De lá saíram todos os males, a inveja, a mentira, o ódio, a velhice, a morte e todas as doenças que até hoje assolam a humanidade. Espantada, Pandora apressou-se em tampar a caixa mas, infelizmente, escapara todo o conteúdo da mesma, com exceção de uma única coisa que ficara no fundo, a esperança.
Quanto a Prometeu, como se não bastasse o fato de ter a sua tão adorada humanidade devastada por tantos males, o titã ainda foi condenado pelo vingativo Zeus a ficar eternamente acorrentado a uma rocha, com um abutre que vinha todos os dias para lhe devorar o fígado que se regenerava durante a noite, para que fosse devorado novamente no dia seguinte. A vingança de Zeus estava feita.
Pois é, eu ainda estou vivo. Desculpem o sumiço, meus
caros leitores, é que eu tô em semana de provas aí sabe como é né, o pai
perturba! Mas em compensação temos novamente post duplo essa semana, e vai ser
assim agora em diante. Isso mesmo. A partir de agora, toda semana teremos
sempre um post "normal" e outro pequeno post, na maioria das vezes da
categoria 'Mitologia Grega' ou 'Curtas', como uma espécie de bônus. Legal né?
Então é isso. Boa leitura e até semana que vêm ;)
O "Holandês Voador" (The Flying Dutchman) é o mais famoso dos navios fantasmas. Sua lenda era muito contada por
marinheiros durante o século XVII e narra que o capitão do navio, em certa ocasião,
teria insistido, ignorando os protestos de sua tripulação, em atravessar o
conhecido Estreito de Magalhães. Ora, a região, desde sua primeira travessia,
realizada pelo navegador português Fernão de Magalhães, é famosa por seu clima
instável e sua geleiras, os quais tornam a navegação no local extremamente
perigosa. Ainda assim, o capitão conduziu seu navio pelo estreito, encarando
terríveis tempestades, das quais ele teria escapado, ao que parece, fazendo um
pacto com o Diabo, em uma aposta em um jogo que o capitão venceu utilizando
dados viciados. Por ter trapaceado, o navio e seu capitão teriam sido
amaldiçoados, condenados a navegar eternamente pelos oceanos, sempre de contra
ao vento, causando o naufrágio de outras embarcações que porventura o avistassem,
colocando-as dentro de garrafas.
Outra versão da lenda conta que o capitão do navio, ao
atravessar uma terrível tempestade no Cabo da Boa Esperança, blasfemou contra
Deus, culpando-o pelo infortúnio, atraindo para si a maldição de continuar vagando
pelos sete mares até o fim dos tempos.
Davy Jones e o Holandês Voador
Nos trópicos equatoriais existem lendas que
surgiram no século XVIII sobre Davy Jones ser o capitão do Holândes Voador. Segundo lenda popular de
marinheiros, ele era um demônio do mar ou, para algumas pessoas, um deus que
atormentava marinheiros até a morte, atraia tempestades para navios
despreparados, confundia capitães e pilotos para os fazer errar a rota de seus
navios e bater em rochedos, ou entrar em correntes marítimas perigosas, tomando
a alma dos náufragos que passaria a integrar a tripulação de seu navio.
A lenda diz que Davy Jones era o capitão de um navio-fantasma
chamado Flying Dutchman(Holandês Voador), que era tripulado por
espíritos marinhos ou por marinheiros naufragados que tinham vendido suas almas
à Davy Jones para sobreviver, tornando-se um servisal no Holandês Voador,
podendo desembarcar por 1 dia a cada 10 anos. O demônio do mar ainda era capaz
de convocar e controlar o monstro marinho Kraken, para que seguisse seus
funestos propósitos.
Davy Jones era na verdade apenas um
marinheiro, que, apaixonado pela deusa Calypso, aceitou sua proposta de
imortalidade. Davy Jones, porém, foi traído por Calypso, e amargurado, arrancou
seu coração e o colocou em um baú, que enterrou em uma ilha longínqua e
desabitada, para nunca mais se apaixonar novamente. Assim, ele vagaria pelo mar
eternamente no seu Holandês Voador coletando almas perdidas de náufragos para a
sua sinistra tripulação. O ódio de Davy Jones, decorrente de seu amor,
modificou-lhe a aparência, transformando-o no demônio terrível que é.
Se um homem encontrar o coração de Davy Jones, que ainda bate, terá a vida do demônio em suas mãos, e aquele que furar o coração, matando Jones, será o novo capitão do Holandês Voador.
Até hoje a expressão "Ir para o armário de Davy Jones" é um eufemismo para aqueles que morrem no oceano.
Lenda?
Em antigos
documentos pode-se encontrar registro de um navio real que zarpou de Amsterdã,
em 1680, e foi alcançado por uma tormenta no Cabo da Boa Esperança.
Como um fato real, durante a segunda guerra mundial, o
contra-almirante nazista Karl Donitz, oficial de alto escalão da marinha alemã,
comandante - general da Alcateia de Submarinos, reportou a seu chefe Hitler,
que uma das suas tripulações mais "rebeldes" e atuantes de
submarinistas, tinha comunicado e confirmado em Diário de Bordo de seu "Lobo
do Mar", que não iria participar de uma batalha de corso em Suez (cidade
do Egito), local alvo nazista, pois havia visto o tal Holandês Voador, e isso
era um sinal de fracasso naval. O que foi acatado com muita naturalidade, tanto
por Adolf Hitler como pelo Grande Almirante Donitz.
Outra suposta avistação famosa do navio fantasma acontece
no ano de 1939, quando 100 nadadores que descansavam na Baía Falsa, na
África do Sul, disseram ter avistado o Holandês Voador a todo o pano navegando
contra o vento.
O futuro rei da Inglaterra George V (então com 15 anos) e
sua tripulação de 12 homens em seu navio, o HMS Inconstant, avistaram o
navio-fantasma veleiro que navega contra o vento no Cabo da Boa Esperança.
"Uma estranha
luminosidade vermelha como a de um navio fantasma todo iluminado",
"Seus mastros, vergas e velas sobressaíam nitidamente",
"Todavia, instantes depois, não havia nenhum vestígio de algum barco de
verdade" são algumas descrições feitas pelo rei em seu diário de bordo, no dia 11 de Julho de 1881 quando navegavam em torno da
Austrália.
Os diários dos membros da família real registram ainda que mais tarde, naquela
mesma manhã, um desventurado vigia do HMS Inconstant caiu da trave do mastro
principal e ficou "inteiramente despedaçado". E, ao chegar ao porto
de destino, o Almirante do navio foi acometido de uma doença fatal.
O navio foi visto também em 1632 no Triângulo das
Bermudas (região famosa por ser palco de diversos desaparecimentos de barcos,
navios e até aviões) comandado pelo seu misterioso capitão. Este, segundo o
marujo que o avistou, tinha a aparência de um rosto de peixe num corpo de
homem, assim como seus tripulantes. Logo após contar esse relato, o marujo
morreu. Uns dizem que foi para o reino dos mortos; outros, que hoje trabalha para
o capitão do Holandês Voador.
Essa é uma história de terror curta, porém, genialmente assustadora. Leia:
Havia um caçador na floresta, que, depois de um longo dia de caça,
estava no meio de uma imensa floresta. Estava ficando escuro, e tendo
perdido a direção, ele decidiu andar em apenas uma direção até estar
livre daquela incessante e cansativa floresta. Após algum tempo, que
pareceram horas, ele se deparou com uma pequena cabana. Percebendo o
quão escuro já estava, ele decidiu ver se ele podia passar a noite ali.
Ele se aproximou e viu a porta aberta, não havia ninguém dentro. Ele
entrou e deitou na única cama que estava ali, decidiu se explicar ao
dono pela manhã. Enquanto ele olhava ao seu redor, ele encontrou
diversos retratos, todos pintados com um realismo incrível. Sem
excessão, eles pareciam estar olhando em direção a ele, com olhares
mortos que pareciam cheios de ódio. Olhando pra eles, ele se sentia
incrivelmente desconfortável. Fazendo um esforço pra ignorar aquelas
faces furiosas, ele se virou em direção a parede e exausto, ele cai num
profundo sono.
Pela manhã, ele é acordado com um inesperado raio de sol. Olhando
ao seu redor, ele percebe que na cabana não haviam retratos, apenas
janelas.