Mostrar mensagens com a etiqueta Contos e Lendas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Contos e Lendas. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 10 de maio de 2012

O Grande Dilúvio Grego

Deucalião e Pirra recriando a humanidade

O fanatismo religioso levou Licaón, o rei da Arcádia, a realizar sacrifícios humanos. Chegou ao ponto de sacrificar todos os estrangeiros que chegavam a sua casa, violando a sagrada lei da hospitalidade.

Desaprovando essas aberrações, Zeus, o deus dos deuses, fêz-se passar por um peregrino e hospedou-se em seu palácio. Licaón preparou-se para sacrificá-lo, assim como havia feito com outros em nome de sua religiosidade. Mas antes mandou cozinhar a carne de um escravo e servir a Zeus. Enfurecido, o deus transformou Licaón em um lobo, e com um raio, incendiou o seu palácio que tinha sido testemunha de tanta crueldade.

Licaón era pai de inúmeros filhos, quase uns 50, tidos com muitas mulheres. Os filhos de Licaón eram tão cruéis quanto o pai e se tornaram famosos por sua insolência e seus crimes. Tão logo ficou sabendo das barbaridades dos filhos de Licaón, Zeus novamente se disfarçou de um velho mendigo e foi ao palácio dos Licaónidas para comprovar os rumores. Os jovens príncipes tiveram a ousadia de assassinar o próprio irmão Níctimo e servir suas entranhas ao hóspede, misturadas com entranhas de animais. Zeus descobriu a crueldade e, enfurecido, converteu todos em lobos e devolveu a vida a Níctimo que sucedeu seu pai no reino da Arcádia.

Foi então que, espantado com tanta violência instaurada entre a humanidade, Zeus decidiu exterminar a espécie humana. Os deuses se reuniram e Zeus expôs as terríveis condições que reinavam na Terra e anunciou que iria destruir todos os homens e criar uma nova raça que fosse mais digna de viver e que soubesse melhor cultuar os deuses. Tomou o seu raio, e já ia lançá-lo contra o mundo, destruindo-o pelo fogo, mas quando percebeu o perigo que um incêndio teria para os próprios deuses, decidiu então inundar a Terra.

Enquanto isso, os homens, sem nem desconfiar do que os espera, dedicam-se a suas ocupações terrestres.  Mas um deles, Deucalião, rei da cidade de Tia, visita seu pai, o titã Prometeu, que está ainda acorrentado em seu castigo na montanha do Cáucaso. Prometeu, que ama os seres humanos e sabe o que Zeus está projetando, avisa seu filho. Assim que volta para a cidade, Deucalião começa a construir um grande navio de madeira. Deucalião e sua esposa, Pirra, instalaram-se no barco e passaram a morar ali.

De repente, pesadas nuvens começam a escurecer o céu, torrentes de chuva caíram e as plantações inundaram-se. Não satisfeito, Zeus pediu ajuda a seu irmão Poseidon, que, com seu tridente, sacudiu a Terra com um terremoto formando ondas gigantescas que devastaram as cidades. Homens, animais, casas e templos foram completamente destruídos pelas águas.

De todas as montanhas, apenas a do Parnaso conseguiu ficar acima das águas. Nele o barco de Deucalião e Pirra encontrou refúgio. Zeus viu que apenas eles haviam sobrevivido e cessou a tempestade. Poseidon fez o mesmo.

Deucalião e Pirra não queriam ser os únicos habitantes neste imenso mundo e desejaram ter o dom de seu antepassado Prometeu, para assim recriar a humanidade. Entraram num templo ainda meio destruído e rogaram a um oráculo para que os esclarecesse sobre a maneira de agir naquela situação. O oráculo respondeu: 

"Saiam do templo com a cabeça coberta e as vestes desatadas e atirai para trás os ossos de vossa mãe".

Pirra ficou confusa com o que o oráculo disse. Mas Deucalião pensou seriamente e chegou à conclusão de que a Terra era a mãe comum de todos e as pedras seriam os seus ossos. Assim resolveram tentar. Velaram o rosto, afrouxaram as vestes, apanharam as pedras e atiraram-nas para trás. As pedras amoleceram e começaram a tomar forma humana. As pedras atiradas pelas mãos de Deucalião tornaram-se homens e aquelas atiradas pelas mãos de Pirra tornaram-se mulheres. E assim a humanidade ressurgiu.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A Caixa de Pandora

Prometeu (aquele que vê antes ou prudente, previdente) era um dos Titãs, filho de Jápeto e Clímene e também irmão de Epimeteu (o que vê depois, inconsequente), Atlas e Menécio. Os dois últimos se uniram a Cronos na batalha dos Titãs contra os deuses olímpicos e, por terem fracassado, foram castigados por Zeus que então tornou-se o maior de todos os deuses. 

Prevendo o fim da guerra, Prometeu se uniou a Zeus e recomendou que seu irmão Epimeteu fizesse o mesmo. Assim, eles não foram castigados e viviam em paz na terra. Os irmãos foram incumbidos de criar os homens e todos os animais. Epimeteu encarregou-se da obra e Prometeu encarregou-se de supervisioná-la.

Coube a Epimeteu distribuir aos seres qualidades para que pudessem sobreviver. Para alguns deu velocidade, a outros, força; a outros ainda deu asas, etc. Mas quando chegou a vez do homem, Epimeteu, que não sabe medir as consequências de seus atos, já havia gastado todos os seus recursos com os outros animais e agora o ser humano estava indefeso. Perplexo, recorreu ao seu irmão Prometeu, que subiu até o Olimpo, acendeu uma tocha no carro do sol de Apolo, trazendo o fogo, que antes era algo exclusivo dos Deuses, para os homens. Isto assegurou a superioridade dos homens sobre os outros animais. Com o fogo, o homem pôde, entre várias outras coisas, se proteger dos animais ferozes, cozinhar o seu alimento e aquecer sua moradia.

Num célebre episódio, durante um banquete destinado a selar a paz entre mortais e deuses, Prometeu foi responsável por aplicar um estratagema em Zeus. Colocou duas oferendas diferentes diante do deus olímpico: uma delas consistia de um saco cheio de fartas carnes de touro, porém, escondidas dentro de um exterior repulsivo. A outra consistia, num outro saco, onde o titã colocou só os ossos e gorduras do touro, mas revestidos por uma embalagem atrativa. Zeus escolheu a segunda, abrindo assim um precendete para os futuros sacrifícios, e a partir de então os humanos teriam passado a ficar com a carne dos animais que sacrificavam, dedicando aos deuses apenas os ossos, envoltos numa camada de gordura. 

Ao descobrir que só havia ossos e gordura dentro do saco, Zeus se enfureceu, e retirou o fogo dos humanos como forma de retribuição. Prometeu, por sua vez, roubou o fogo dentro de um gigantesco caule de funcho, devolvendo-o à humanidade. (está é a outra versão para a história do roubo).

De qualquer forma, este roubo ousado de Prometeu deixou Zeus muito furioso, e isto não é nada bom. O deus dos deuses decidiu então punir Prometeu e seu tão adorado homem pela ousadia de furtar o fogo divino. Para isso mandou criar a primeira mulher, que se chamou Pandora. Ela foi feita no céu, moldada por Hefesto á semelhança das deusas, e cada um dos deuses contribuiu com alguma qualidade para aperfeiçoá-la. Afrodite deu-lhe a beleza e a meiguice, Atenas deu-lhe a sabedoria, Apolo, o dom da música, Zeus, porém, pediu secretamente a Hermes, o traiçoeiro deus dos ladrões, que impusesse na personalidade de Pandora a traição e a mentira. Assim dotada, destinou-a Zeus à espécie humana.


Hermes conduziu Pandora até Epimeteu, a quem Prometeu recomendara que não recebesse nenhum presente dos deuses. Porém, vendo-lhe a radiante beleza, o inconsequente Epimeteu esqueceu quanto lhe fora dito pelo irmão e tomou Pandora como esposa. Epimeteu tinha em sua casa uma caixa (em outras versões, um jarro) na qual guardava certos artigos malignos de que não se utilizara para a preparação do homem e fez a mulher prometer que não a abriria. Mas Pandora foi tomada por intensa curiosidade e, depois de uma noite de amor com Epimeteu, que caiu no sono, ela lhe enganou e abriu a caixa. De lá saíram todos os males, a inveja, a mentira, o ódio, a velhice, a morte e todas as doenças que até hoje assolam a humanidade. Espantada, Pandora apressou-se em tampar a caixa mas, infelizmente, escapara todo o conteúdo da mesma, com exceção de uma única coisa que ficara no fundo, a esperança.

Quanto a Prometeu, como se não bastasse o fato de ter a sua tão adorada humanidade devastada por tantos males, o titã ainda foi condenado pelo vingativo Zeus a ficar eternamente acorrentado a uma rocha, com um abutre que vinha todos os dias para lhe devorar o fígado que se regenerava durante a noite, para que fosse devorado novamente no dia seguinte. A vingança de Zeus estava feita.

sábado, 24 de março de 2012

A Lenda do Holandês Voador

Pois é, eu ainda estou vivo. Desculpem o sumiço, meus caros leitores, é que eu tô em semana de provas aí sabe como é né, o pai perturba! Mas em compensação temos novamente post duplo essa semana, e vai ser assim agora em diante. Isso mesmo. A partir de agora, toda semana teremos sempre um post "normal" e outro pequeno post, na maioria das vezes da categoria 'Mitologia Grega' ou 'Curtas', como uma espécie de bônus. Legal né? Então é isso. Boa leitura e até semana que vêm ;)


O "Holandês Voador" (The Flying Dutchman) é o mais famoso dos navios fantasmas. Sua lenda era muito contada por marinheiros durante o século XVII e narra que o capitão do navio, em certa ocasião, teria insistido, ignorando os protestos de sua tripulação, em atravessar o conhecido Estreito de Magalhães. Ora, a região, desde sua primeira travessia, realizada pelo navegador português Fernão de Magalhães, é famosa por seu clima instável e sua geleiras, os quais tornam a navegação no local extremamente perigosa. Ainda assim, o capitão conduziu seu navio pelo estreito, encarando terríveis tempestades, das quais ele teria escapado, ao que parece, fazendo um pacto com o Diabo, em uma aposta em um jogo que o capitão venceu utilizando dados viciados. Por ter trapaceado, o navio e seu capitão teriam sido amaldiçoados, condenados a navegar eternamente pelos oceanos, sempre de contra ao vento, causando o naufrágio de outras embarcações que porventura o avistassem, colocando-as dentro de garrafas.

Outra versão da lenda conta que o capitão do navio, ao atravessar uma terrível tempestade no Cabo da Boa Esperança, blasfemou contra Deus, culpando-o pelo infortúnio, atraindo para si a maldição de continuar vagando pelos sete mares até o fim dos tempos.

Davy Jones e o Holandês Voador


Nos trópicos equatoriais existem lendas que surgiram no século XVIII sobre Davy Jones ser o capitão do Holândes Voador. Segundo lenda popular de marinheiros, ele era um demônio do mar ou, para algumas pessoas, um deus que atormentava marinheiros até a morte, atraia tempestades para navios despreparados, confundia capitães e pilotos para os fazer errar a rota de seus navios e bater em rochedos, ou entrar em correntes marítimas perigosas, tomando a alma dos náufragos que passaria a integrar a tripulação de seu navio.

A lenda diz que Davy Jones era o capitão de um navio-fantasma chamado Flying Dutchman (Holandês Voador), que era tripulado por espíritos marinhos ou por marinheiros naufragados que tinham vendido suas almas à Davy Jones para sobreviver, tornando-se um servisal no Holandês Voador, podendo desembarcar por 1 dia a cada 10 anos. O demônio do mar ainda era capaz de convocar e controlar o monstro marinho Kraken, para que seguisse seus funestos propósitos.

Davy Jones era na verdade apenas um marinheiro, que, apaixonado pela deusa Calypso, aceitou sua proposta de imortalidade. Davy Jones, porém, foi traído por Calypso, e amargurado, arrancou seu coração e o colocou em um baú, que enterrou em uma ilha longínqua e desabitada, para nunca mais se apaixonar novamente. Assim, ele vagaria pelo mar eternamente no seu Holandês Voador coletando almas perdidas de náufragos para a sua sinistra tripulação. O ódio de Davy Jones, decorrente de seu amor, modificou-lhe a aparência, transformando-o no demônio terrível que é.

Se um homem encontrar o coração de Davy Jones, que ainda bate, terá a vida do demônio em suas mãos, e aquele que furar o coração, matando Jones, será o novo capitão do Holandês Voador.

Até hoje a expressão "Ir para o armário de Davy Jones" é um eufemismo para aqueles que morrem no oceano.
Lenda?

Em antigos documentos pode-se encontrar registro de um navio real que zarpou de Amsterdã, em 1680, e foi alcançado por uma tormenta no Cabo da Boa Esperança.

Como um fato real, durante a segunda guerra mundial, o contra-almirante nazista Karl Donitz, oficial de alto escalão da marinha alemã, comandante - general da Alcateia de Submarinos, reportou a seu chefe Hitler, que uma das suas tripulações mais "rebeldes" e atuantes de submarinistas, tinha comunicado e confirmado em Diário de Bordo de seu "Lobo do Mar", que não iria participar de uma batalha de corso em Suez (cidade do Egito), local alvo nazista, pois havia visto o tal Holandês Voador, e isso era um sinal de fracasso naval. O que foi acatado com muita naturalidade, tanto por Adolf Hitler como pelo Grande Almirante Donitz.


Outra suposta avistação famosa do navio fantasma acontece no ano de 1939,  quando 100 nadadores que descansavam na Baía Falsa, na África do Sul, disseram ter avistado o Holandês Voador a todo o pano navegando contra o vento.


O futuro rei da Inglaterra George V (então com 15 anos) e sua tripulação de 12 homens em seu navio, o HMS Inconstant, avistaram o navio-fantasma veleiro que navega contra o vento no Cabo da Boa Esperança. "Uma estranha luminosidade vermelha como a de um navio fantasma todo iluminado", "Seus mastros, vergas e velas sobressaíam nitidamente", "Todavia, instantes depois, não havia nenhum vestígio de algum barco de verdade" são algumas descrições feitas pelo rei em seu diário de bordo, no dia 11 de Julho de 1881 quando navegavam em torno da Austrália. Os diários dos membros da família real registram ainda que mais tarde, naquela mesma manhã, um  desventurado vigia do HMS Inconstant caiu da trave do mastro principal e ficou "inteiramente despedaçado". E, ao chegar ao porto de destino, o Almirante do navio foi acometido de uma doença fatal.


O navio foi visto também em 1632 no Triângulo das Bermudas (região famosa por ser palco de diversos desaparecimentos de barcos, navios e até aviões) comandado pelo seu misterioso capitão. Este, segundo o marujo que o avistou, tinha a aparência de um rosto de peixe num corpo de homem, assim como seus tripulantes. Logo após contar esse relato, o marujo morreu. Uns dizem que foi para o reino dos mortos; outros, que hoje trabalha para o capitão do Holandês Voador.


O Holandês Voador por Albert Pinkham Ryder.

sábado, 3 de março de 2012

"Retratos": Um conto de terror

Essa é uma história de terror curta, porém, genialmente assustadora. Leia:

Havia um caçador na floresta, que, depois de um longo dia de caça, estava no meio de uma imensa floresta. Estava ficando escuro, e tendo perdido a direção, ele decidiu andar em apenas uma direção até estar livre daquela incessante e cansativa floresta. Após algum tempo, que pareceram horas, ele se deparou com uma pequena cabana. Percebendo o quão escuro já estava, ele decidiu ver se ele podia passar a noite ali. Ele se aproximou e viu a porta aberta, não havia ninguém dentro. Ele entrou e deitou na única cama que estava ali, decidiu se explicar ao dono pela manhã. Enquanto ele olhava ao seu redor, ele encontrou diversos retratos, todos pintados com um realismo incrível. Sem excessão, eles pareciam estar olhando em direção a ele, com olhares mortos que pareciam cheios de ódio. Olhando pra eles, ele se sentia incrivelmente desconfortável. Fazendo um esforço pra ignorar aquelas faces furiosas, ele se virou em direção a parede e exausto, ele cai num profundo sono.


Pela manhã, ele é acordado com um inesperado raio de sol. Olhando ao seu redor, ele percebe que na cabana não haviam retratos, apenas janelas. 

Bons Sonhos...

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A história por trás de cada signo

Os 12 conjuntos de estrelas que representam os signos de hoje foram padronizados ainda na Antiguidade, a partir da influência de imagens da mitologia de babilônios, egípcios e principalmente dos gregos e romanos. Os gregos antigos atribuíam aos conjuntos de estrelas situados na região do zodíaco, histórias e lendas associadas com os feitos de seus deuses e heróis. É isso mesmo, poucos sabem, porém, cada signo possui uma lenda da mitologia grega (tinha que ser!). Essas histórias muito interessantes explicam, por exemplo, porque um carangueijo é o simbolo do signo de Câncer, ou porque um ser metade homem metade cavalo é o símbolo de Sagitário. Nesse post, conheça a história do seu signo!

ÁRIES


O rei Atamante tinha por rainha a deusa Nefele, com quem teve dois filhos: Frixo e Hele. Tendo que retornar ao Olimpo, a deusa deixou as crianças aos cuidados do pai. Depois de um tempo, Atamante uniu-se a Ino, que planejou livrar-se das crianças, filhos da "ex" de seu marido. Decidiu espalhar doenças e secar as sementes dos cereais prejudicando as futuras colheitas. Prevendo que Atamante consultaria o oráculo para saber as causas das desgraças, subornou os sacerdotes, para que convencessem o rei que a única forma de aplacar a ira dos deuses era sacrificando os filhos que teve com Nefele.
Embora com grande sofrimento, Atamante, pelo bem do povo, obedeceu as ordens do oráculo. Nefele, indignada, a tudo assistia. Para proteger os seus filhos, encontrou-se com eles às escondidas, avisando-os que no dia do sacrifício um carneiro com lã de ouro desceria dos céus e aterrizaria diante deles. Orientou-os a montar no carneiro. O único cuidado que deveriam ter era de não olhar para baixo durante o vôo. No dia do sacrifício, o carneiro surgiu e levou as crianças. Hele, no entanto, apesar das recomendações, não resistiu à tentação e olhou, caindo ao mar no local que ficou depois conhecido como Helesponto (hoje Dardanelos). Frixo chegou salvo à Cólquida onde sacrificou o carneiro em homenagem à Zeus, que o colocou no céu, entre as estrelas.

TOURO


A imagem do touro vem de um mito grego em que Zeus, o chefe dos deuses, teria se encantado com a beleza de Europa, filha de Agenor, e para seduzí-la, transformou-se em um magnífico touro branco. A jovem, que divertia-se na praia com suas amigas ao ver o animal aproximou-se, acariciou-o e, encantada com a sua docilidade, montou-o. 
No mesmo instante, o touro disparou em direção ao mar, detendo-se apenas na ilha de Creta, onde Zeus deu-se a conhecer amando a jovem. Orgulhoso de seu feito, Zeus pôs o touro entre as estrelas.

GÊMEOS


Zeus, disfarçado de cisne, fecundou Leda que teve os gêmeos Castor e Pólux, nascidos de um ovo. Pólux, ao contrário de seu irmão Castor, era imortal. Os dois eram muito unidos e cuidadosos um com o outro. Numa região próxima, conheceram e se apaixonaram pelas irmãs Febe e Ilaira. Mas elas eram noivas e eles resolveram raptá-las. Os noivos, Idas e Linceu, perseguiram os irmãos. No confronto que se seguiu, Idas atirou sua lança ferindo mortalmente Castor. Pólux, enlouquecido de ódio, matou todos ao seu redor. Pólux, desesperado, pediu a Zeus que transferisse sua imortalidade para Castor. Sem saber o que fazer, Zeus atende ao pedido, e assim que Castor recebe a luz da imortalidade, Pólux começa a morrer. Castor pede então a Zeu, que não deixe seu irmão morrer e que trocasse sua vida pela dele. Zeus atende ao pedido e enquanto um estava na terra, outro estaria no céu. Inconformados por não estarem sempre juntos, Castor e Polux foram transformados na constelação de gêmeos, onde estariam juntos para sempre.

CÂNCER


A Hidra de Lerna era uma serpente colossal que amedrontava a região de Lerna, no Peloponeso, destruindo rebanhos e plantações. A Hidra possuia nove cabeças, e a cada uma cortada, duas nasciam no lugar. O segundo dos doze trabalhos impostos à Hércules pelo rei Euristeu, foi livrar a região desse terrível monstro.
Hércules planejou livrar-se da Hidra degolando as suas cabeças. Para levar a termo o seu trabalho, contou com a ajuda de seu amigo Iolaus. Para evitar o contínuo ressurgimento, Hércules as decepava e Iolaus cauterizava o local impedindo o aparecimento das novas cabeças. Após eliminar todas as mortais, enquanto se preparava para enterrar a última, Hera, que odiava Hércules por ser filho de uma relação adúltera de Zeus com uma mortal, mandou um enorme caranguejo para impedí-lo. O herói esmagou-o com os pés e conseguiu concluir o seu trabalho. Iolaus ateou fogo ao reduto da Hidra queimando seus restos evitando que ela pudesse ressurgir. Hera recolheu o caranguejo e elevou-o ao céu na forma de uma constelação. Em latim, câncer quer dizer caranguejo.

LEÃO


Um gigantesco leão aterrorizava a população da região de Neméia, assustando e matando gado e pessoas. Como o animal se entocava em uma caverna com duas saídas, era muito difícil aproximar-se dele. Os caçadores da região pediram ajuda ao rei Euristeu, pois o animal havia se revelado invulnerável às suas armas. O rei enviou Hércules para aquele que seria o seu primeiro trabalho: exterminar o leão de Neméia. O herói fechou uma das saídas da caverna, obrigando o animal a abandoná-la pelo outro lado. Hércules, que o aguardava, desferiu-lhe um violento golpe com sua clava e ao perceber que o animal ficara tonto, em rápida ação, montou sobre ele e o estrangulou até a morte. Hércules passou a usar o duro e resistente couro do animal como uma capa protetora. Para perpetuar a coragem de seu filho, Zeus transformou o leão em uma constelação.

 VIRGEM e LIBRA


A historia de Astréia ilustra a origem desse signo. A virgem Astréia, filha de Zeus e Têmis, a deusa da justiça, costumava passear pela Terra ao lado de sua irmã Modéstia. Porém, certo dia, ao ver um homem pesando a mais a mercadoria de um freguês, Astréia fica indignada com tal injustiça e também com tanta guerra e violência que começou a se instaurar no mundo e pede a Zeus que as leve embora da Terra. Triste com tal decisão, Zeus coloca-a na constelação de virgem. Seu símbolo, a balança, é colocado na constelação de libra.

ESCORPIÃO


Apesar da promessa de ser eternamente virgem e desprezar os homens, a deusa da noite e da lua Ártemis, certa vez se apaixonou por Órion, que era fiho do deus do mar Poseidon, e por isso ele tinha o dom de andar na supefície da água ou embaixo dela. Apolo, irmão gêmeo de Ártemis, enciumado, impediu o amor entre os dois mediante uma grande perfídia: achando-se em uma praia, na companhia da irmã, desafiou-a a atingir, com a sua flecha, um ponto negro na água, e que mal se distinguia, devido à grande distância. Ártemis, toda vaidosa, prontamente retesou o arco e atingiu o alvo, que logo desapareceu no abismo do mar, fazendo-se substituir por espumas ensangüentadas. Era Orion, que ali nadava submergido, fugindo de um imenso escorpião criado por Apolo para persegui-lo. Ao saber do desastre, Ártemis, cheia de desespero, conseguiu de seu pai, Zeus, que o escorpião fosse transformado em constelação.

SAGITÁRIO


Durante seu quarto trabalho, Hércules visita um centauro amigo seu, chamado Folos. O centauro, uma criatura metade homem, metade cavalo, convida o herói a comer em sua caverna. Hércules percebe que o amigo não o oferecera vinho para beber e ao dizer sua constatação ao amigo, ele lhe diz que normalmente não faria tal agrado, pois o vinho dos centauros é inigualável e que seus irmãos ficariam furiosos com um humano bebendo deles. Porém, o bruto Hércules pega o vinho e o bebe. Vários centauros chegam e ficam furiosos com a presença de Hércules em sua cova e o fato dele estar bebendo o vinho, e se armam contra o intruso. Quíron é o único que vem em defesa do herói, porém de nada adianta. A batalha começa, os centauros jogando pedras e Hércules lançando suas flechas do alto, embebidas no veneno da Hidra de Lerna. Depois de um tempo, os centauros fogem, deixando a mostra a terrível situação: dentre todos os mortos, Quíron também havia sido ferido. Mesmo sendo imortal e com todos os seus conhecimentos medicinais, a dor não ameniza e o centauro pede a Zeus que tire sua imortalidade para poder morrer em paz. Zeus atende ao pedido mas, ao invés de deixar seu corpo ser levado pro Hades, ele o coloca nas estrelas, na constelação de sagitário.

CAPRICÓRNIO


O deus da natureza, Pã, um ser metade homem, metade bode, estava, ao entardecer, tocando sua flauta às margens de um rio, quando surgiu o terrível monstro Tífon, que possuía centenas de braços e cabeças. Assustado, mergulhou no rio, pois Tífon odiava água, e transformou a parte submersa de seu corpo em peixe para se locomover, enquanto a outra metade continuou assemelhada ao corpo de uma cabra. Zeus considerou uma estratégia muito esperta e, como homenagem, transformou Pã na constelação de Capricórnio.

AQUÁRIO


Ganimedes era um jovem de extrema beleza, filho dos reis de Tróia. Um dia quando pastoreava o rebanho de seu pai, Zeus o avistou e se apaixonou por ele, se transformou em águia, o raptou e o levou até o monte Olimpo para servir-lhe como copeiro e aguadeiro, o "garçom" dos deuses, substituindo a jovem Hebe que teve esta missão, porém um dia caiu e derramou a bebida sagrada dos deuses, e foi mandada embora. Zeus botou o seu amado nas estrelas, afinal, é Ganimedes quem simboliza o signo de Aquário com uma jarra derramando água, o fiel servidor dos deuses.

PEIXES


Afrodite, deusa do amor, e seu filho Eros (o Cupido) teriam se transformado em peixes para escapar do titã Tifon, que não suportava a água. Atena, deusa grega da sabedoria, criou a constelação para lembrar a fuga.

As belas ilustrações do post são do artista japonês Kagaya Yutaka.

domingo, 16 de outubro de 2011

Os 13 Fantasmas e Suas Histórias

 
 
Sinopse: Quando o Dr. Cyrus Zorba (F. Murray Abraham) morre, ele deixa para seu sobrinho Arthur (Tony Shalhoub) uma mansão abandonada, para a qual Arthur resolve se mudar, juntamente com sua família. Porém, o que Arthur e sua família não sabem é que o Dr. Zorba construiu a mansão com a finalidade de aprisionar treze fantasmas e, por ter falecido antes de concluir seu intento, a mansão agora é assombrada por doze fantasmas de pessoas que tiveram mortes trágicas e que não podem deixar seus respectivos aposentos. Os fantasmas apenas podem ser vistos com a utilização de um óculos especial e logo eles passarão a atacar Arthur e sua família.

Não gostei muito do filme "Os 13 Fantasmas", pelo menos desta regravação do original de 1960 que eu ainda não vi. Mas uma coisa que me achou a atenção foi os diferentes fantasmas do filme. Descobri que cada um deles possui uma "história de morte" que não é contada no filme, mas que eu achei na internet e decidi postar aqui no blog pois eu adoro esse tipo de histórias e essas são muito interessantes. Saiba como cada um dos fantasmas do filme morreu!


O Torso



A maioria das pessoas já fez uma aposta alguma vez. Para Jimmy Gambino, jogar era sua vida e morte. Um marginal e apostador inveterado, ele sempre teve a sorte de acabar dando a volta por cima. Larry "Chave-de-Cadeia" sempre alertou Jimmy para que ele não se atirasse de cabeça, de cabeça, de cabeça. Mas o Apostador não lhe deu ouvidos e acabou perdendo até o último centavo num jogo milionário de pôquer com um mafioso. Ele teria apostado sua mulher e filhos, se os tivesse, mas como não tinha família, o Apostador simplesmente fugiu para livrar-se de sua dívida de jogo. Mas Jimmy foi pego pela máfia, que decidiu fazer dele um exemplo. Aliás, vários pequenos exemplos, embalados em papel celofane.


A Mulher Estrangulada


Rica, linda e super popular, Susan LeGrow era invejada por todas as garotas da escola. Ela era uma atraente líder de torcida eleita rainha do baile de formatura. Apesar de ter ganho uma bolsa de estudos para uma faculdade importante do estado, decidiu ficar em sua cidade e casar-se com Chet, seu namorado da escola. Mas a sua vida perfeita terminou quando, na noite do baile de formatura, Chet flagrou Susan nos braços de Billy Bob. Ninguém sabe exatamente o que aconteceu naquela noite, porém, uma semana depois, o corpo de Susan foi encontrado enterrado no campo de futebol da escola. Ela havia sido estrangulada até a morte.


A Peregrina


Em 1675, a órfã Isabella Smith deixou a Inglaterra esperando achar um lar numa vila da Nova Inglaterra. Mas problemas começaram logo após sua chegada. Os moradores da vila não confiavam em forasteiros. Quando os animais da cidade começaram a morrer misteriosamente, o padre acusou Isabella de bruxaria. Ela negou, mas todos se voltaram contra ela. Além dos animais mortos sem explicação, o padre também ficou doente. Os aldeões condenaram Isabella à morte na fogueira. Momentos depois Isabella saiu, misteriosamente, ainda viva, sem uma queimadura na pele. Então, ela foi sentenciada à ficar aprisionada no tronco, em praça pública diante de todo o povo da cidade. Lá, ela ficou por semanas, apedrejada por crianças, amaldiçoada e cuspida, e a humilhação foi demais. Isabella acabou definhando e morrendo.


Princesa Revoltada


A princesa revoltada era uma jovem cuja beleza foi sua ruína. Dana Newman foi abençoada com a beleza de uma deusa, mas amaldiçoada pela incapacidade de reconhecê-la. Sempre à procura da perfeição, nem um único fio de seu cabelo podia estar jamais fora do lugar e mesmo sendo incomparavelmente linda, Dana parecia uma bela psicótica que nunca acreditou na própria beleza. Sempre enxergando defeitos insignificantes em seu corpo, ela cortava-se toda para reparar os "erros" que só ela via. Finalmente desistindo da tentativa de atingir a perfeição, ela cortou os próprios pulsos na banheira. Quando foi encontrada, dizem que continuava tão linda na morte quanto havia sido em sua vida - apesar de ter o corpo coberto por centenas de profundos cortes.


 O Chacal



Ryan Kuhn, o homem que se tornou o "Chacal", nasceu em 1887, filho de uma prostituta. Ryan criou um desejo doente e insaciável por mulheres atacando prostitutas com uma habilidade animal. Para curar seu apetite sexual insaciável, ele mesmo se internou num manicômio. Após anos presos num quarto acolchoado, ficou totalmente louco e arranhou tanto as paredes, que suas unhas foram arrancadas. Os médicos o mantinham sempre na camisa-de-força, apertando mais quando tinha ataques, torcendo terrivelmente seus membros. Lutando para se soltar, Ryan roeu a camisa-de-força. Então os médicos puseram uma gaiola em sua cabeça, e o confinaram numa jaula, num porão escuro. Lá, desenvolveu total repulsa pelo contato humano, berrando sempre que alguém se aproximava. Quando o manicômio se incendiou, todos fugiram, menos Ryan. Ele fugia dos bombeiros, gritando, "Fiquem longe de mim!". Para Ryan, agora era preferível a morte do que ser tocado por qualquer pessoa.


O Príncipe Dilacerado


Em 1953, Royce Clayton era o super astro do beisebol da Escola Valley High, usando aonde quer que fosse sua jaqueta do uniforme do time com suas iniciais. Tudo era dado a Royce numa bandeja de prata e ele se achava intocável e melhor que todo mundo. Numa certa noite, entretanto, este arrogante imitador de James Dean foi longe demais. Ele desafiou um marginal local para um pega de carros até a beira de um penhasco e achou que a vitória estava no papo. Só que não conseguiu frear a tempo e acabou transformando-se no astro de um terrível acidente automobilístico, tendo todo o lado direito de seu corpo e seu rosto dramaticamente dilacerado e retalhado, aposentando definitivamente seu taco.


A Mãe Horrenda e O Bebezão 


Margaret shelburne era uma mulher tímida que nunca se defendia, principalmente porque só tinha 90cm de altura. Desde pequena, todos encarnavam ela por isso. Sua própria mãe, às vezes, vestia-a como uma boneca. Depois da morte de sua mãe, Margaret passou a viver nas ruas. Um dia, um homem chamado Jimbo, junto com seus amigos-capangas, sequestraram e aprisionaram Margaret, forçando ela a viver numa jaula. Uma noite foi estuprada por Jimbo, que tinha um poderoso machado e era conhecido como "golpe de ferro". Então nasceu Harold, o bebê gigante de 140kg.

Harold foi mimado e bajulado desde o nascimento por Margaret, que tentou criá-lo para ser seu protetor e para levar a cabo seu plano de vingança contra Jimbo e seus capamgas, que eram lenhadores. Com o mal costume, Harold nunca aprendeu a se cuidar, então, usou fraldas a vida toda. Sempre sofrendo gozação dos capangas de Jimbo, que não os deixavam em paz. Mas Margaret pretendia usar seu filho gigante para se vingar de Jimbo e seus ajudantes. Harold tornou-se um fã ardoroso do machado de Jimbo, e, em pouco tempo, já derrubava fileiras inteiras de árvores enormes. Mas logo ele trocou as extração madeireira pela humana, gritando "Madeira!", cada vez que cortava um dos capangas de Jimbo pela raiz. Após Harold ter "derrubado" todos os capamgas, não obteve sucesso na hora de matar Jimbo, que tomou o machado de Harold e mutilou mãe e filho muito além da nossa imaginação.
 

O Martelo



George Markley era um ferreiro honesto em 1890, antes dos eventos horríveis que fizeram dele "O Destruidor". Um operário chamado Nathan, acusou injustamente George de roubo, ameaçando expulsá-lo da cidade. George infrentou Nathan e se recusou a partir. Um dia, sua esposa e filhos vinham do mercado, quando foram atacados e mortos por Nathan e seus homens. Furioso, George perseguiu Nathan e seus homens, e os massacrou com o seu martelo de ferreiro. Os cidadãos arrastaram George de volta à sua loja, onde aplicaram uma forma brutal de justiça. Amarrado numa árvore, cravaram pregos em seu corpo com seu martelo. Concluíram a tarefa, cortando fora sua mão, grotescamente presa ao membro decepado, estava a preciosa ferramenta, o martelo, pronto para a ultima chance de vingança.


A Amante Acidentada


Jean Kriticos era uma mãe carinhosa e boa esposa. Extrovertida e inteligente, a mãe mais popular nas reuniões de pais e mestres, ela dedicava todo o seu tempo à sua família. Seu marido a amava e seus filhos a idolatravam. Mas sua felicidade chegou ao fim em uma noite funesta. Depois de decorar a árvore de natal, a família se aconchegou diante da lareira. À noite, uma acha rolou, incendiando o tapete. Foi quando ocorreu um terrível acidente e ela morreu tentando salvar os filhos - com seus sonhos de um lar feliz destruídos para sempre.


O Filho Primogênito


O pequeno Billy Michaels adorava vestir-se como seus heróis, os caubóis da TV. O menino de sete anos nunca obedecia à sua mãe, o que fez seu pai dar-lhe o apelido de "Billy, o pestinha." Seus pais, entretanto, nunca o repreenderam e o pequeno Billy sempre fazia absolutamente tudo o que queria. E agora Billy arrepende-se de não ter ouvido sua mãe, quando ela lhe disse para não brincar de caubóis contra índios com um arco e uma flecha de verdade e recomendava a ele que não atirasse a flecha para o alto.

 
O Destruidor


Horace Mahoney era um gigante de 2,10 metros. Sua mãe o abandonou quando pequeno e seu pai o fez trabalhar no ferro-velho. Lá, Horace passou a adolescência sozinho destruindo e esmagando carros velhos. Seu pai morreu, e sem ninguém no mundo ele enlouqueceu. Suas primeiras vítimas foram duas caronistas. Levou-as ao ferro-velho e as rasgou com suas mãos dando os pedaços aos cães. Muitas mortes se seguiram. Gostava de atrair motoristas perdidos ao ferro-velho onde quebrava cada osso de seus corpos. Mas sua sorte acabou, quando Horace pegou uma policial disfarçada. Foi preciso 12 homens para dominar o gigante, três morreram quando Horace escapou das algemas. Mas a luta de Horace chegou ao fim quando cinco policiais dispararam 50 tiros nele. E para garantir, outro pente de balas em seu corpo inerte.

Bastidores

Meu fantasma favorito é a princesa revoltada. E o seu??

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

As fotos de fantasmas mais impressionantes já tiradas

Há milhares de fotos de fantasmas espalhadas pela internet, algumas assustam e parecem bem reais, mas a grande maioria é falsa. Nesse post vocês vão ver as cinco fotos mais famosas e intrigantes de espíritos, selecionadas pela revista Mundo Estranho, e que estão até hoje sem explicação. Confira as medonhas imagens e as trágicas histórias por trás delas.


1. "A Dama de Marrom"


Talvez a imagem mais famosa de espírito da história, o retrato da chamada "Dama de Marrom", apareceu pela primeira vez na revista britânica Country Life, em 1936. A figura vaporosa que desce as escadas da mansão Raynham Hall, em Norfolk, na Inglaterra, seria o fantasma de Dorothy Townshed, que vivia na casa com o marido no século 18. Suspeitando da infidelidade de Dorothy, o esposo a teria trancafiado em um dos aposentos da casa, onde ela permaneceria até a morte - e depois dela também...

2. "O Espírito da Escadaria Tulipa"


Aposentado, o reverendo canadense Ralph Hardy estava de passagem por Londres, em 1966, quando resolveu fotografar a famosa escadaria em espiral - conhecida como Tulip Staircase - do National Maritime Museum, no distrito de Greenwich. Na revelação, contudo, ele quase caiu para trás, ao constatar que, além dos elegantes degraus, a imagem mostrava uma figura envolta em mortalhas, que parecia apoiar-se no corrimão com ambas as mãos. Peritos analisaram o negativo original e verificaram que não havia sido adulterado ou manipulado de forma alguma. Os historiadores dizem que, há 300 anos, uma empregada doméstica foi jogada do alto da escada e caiu 15 metros até sua morte.

3. "O Fantasma do Banco de Trás"


Em 1959, Mabel Chinnery foi visitar o túmulo de sua mãe em um cemitério britânico. Antes de voltar para casa com o marido, que esperava sozinho no veículo, ela tirou uma foto dele. Quando a senhora Chinnery revelou o filme, eles perceberam que seu marido não estava esperando sozinho: a imagem mostra uma pessoa usando óculos sentada no banco de trás do carro, que a senhora Chinnery imediatamente reconheceu como sendo sua mãe, cujo túmulo ela tinha acabado de visitar! 

4. Freddy Jackson


A fotografia é do grupo que fazia parte do esquadrão de Goddard, que serviu na Primeira Guerra Mundial. Como pode ser visto no destaque, a foto mostra uma face fantasmagórica por trás de um dos integrantes do grupo. É dito que seja o rosto de Freddy Jackson, um mecânico aéreo morto dois dias antes por uma hélice de avião. Segundo informações, seu funeral teria ocorrido no mesmo dia em que esta foto foi tirada.
Os membros do esquadrão reconheceram facilmente o rosto de Jackson na fotografia. Alguns acreditam que ele não teria se dado conta de estar morto, e que por esse motivo decidiu participar da foto juntamente aos seus colegas de profissão.

5. Jane Churm


Em 1995, Tony O'Rahilly era um dos curiosos aglomerados diante da prefeitura de Wem, na Inglaterra, para assistir ao incêndio que consumia o edifício. Impressionado, ele tirou várias fotos do fogaréu. E mais impressionado ficou ao revelar o filme: numa das fotos, uma garotinha olhava para a rua do prédio em chamas!

O local do edifício (Wem), havia sido, em tempos antigos, um vilarejo pacífico que foi devastado pelo fogo. Diz a lenda que, em 1677, uma menina chamada Jane Churm, acidentalmente incendiou um teto de palha com uma vela. O fogo incinerou muitas das casas de madeira no local, incluindo aquela onde a garota teria morrido queimada.

bons sonhos...