Embora eu ache que The Separation seja o melhor de todos, há outros curtas do Robert Morgan que você pode ver no youtube ou no site dele (http://www.robertmorganfilms.com/)
sábado, 6 de setembro de 2014
Curta: "The Separation", de Robert Morgan
Enfim, a coisa boa de hoje é mais um curta, bem sinistro (pra variar) e que eu já deveria ter postado há muito tempo talvez alguns de vocês já tenham até visto. Chama-se "The Separation", de Robert Morgan e conta de maneira emocionante e ao mesmo tempo macabra, a história da separação de dois irmãos gêmeos siameses e as consequências disso.
Embora eu ache que The Separation seja o melhor de todos, há outros curtas do Robert Morgan que você pode ver no youtube ou no site dele (http://www.robertmorganfilms.com/)
Embora eu ache que The Separation seja o melhor de todos, há outros curtas do Robert Morgan que você pode ver no youtube ou no site dele (http://www.robertmorganfilms.com/)
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
O Mistério Por Trás do Quadro "A Criação de Adão"
Em 1508, Michelangelo Buonarrotti aceitou o pedido do papa Júlio II della Rovere para decorar o teto da Capela Sistina, no Vaticano. Depois de 4 anos de árduo trabalho, Michelangelo substituiu a decoração existente, de um céu simples cheio de estrelas, por uma criação com as principais cenas do Gênesis.
"A Criação de Adão" é sem dúvida o afresco mais famoso da Capela Sistina. A cena representa um episódio do Livro do Gênesis no qual Deus dá origem ao primeiro homem, Adão. E é neste quadro que se esconde um grande mistério a ser analisado e com a mente aberta, então se você for um ignorante nem leia este post!
"A Criação de Adão" é sem dúvida o afresco mais famoso da Capela Sistina. A cena representa um episódio do Livro do Gênesis no qual Deus dá origem ao primeiro homem, Adão. E é neste quadro que se esconde um grande mistério a ser analisado e com a mente aberta, então se você for um ignorante nem leia este post!
Como profundo conhecedor da anatomia humana e um dos principais artistas renascentistas, Michelangelo seguia os princípios da razão. O cérebro era visto como um órgão especial, principal responsável pelo equilíbrio do homem. Especialistas suspeitam que na sua principal obra, A Criação de Adão, Michelangelo fez um cérebro, de forma muito habilidosa e discreta, ao redor de Deus. Por isso, especula-se que o autor tenha pensado em questionar dogmas religiosos, reforçando a ideia de que a religião não passa de um produto da mente humana.
E mais! No nome do quadro "A Criação de Adão" as pessoas vêem como se fosse o Adão sendo criado, mas se seguíssemos o nome da obra ao pé da letra? Talvez Michelangelo queria sugerir que deus foi a criação de Adão, da mente dele mais precisamente, e não o contrário.
Mas há também outra interpretação preferida pelos criacionistas de que nesta obra Deus estaria passando a inteligência ao homem, representada pelo cérebro no qual ele está sobreposto (sei não hein). Esta, aliás, foi a interpretação escolhida pelo cara que fez este vídeo, mostrando todos os detalhes anatômicos do cérebro na obra, vale a pena ver.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Curta: "Ninjas", de Dennison Ramalho
Oi galere, eu já queria ter postado isso antes mas o blogger tava bugado e eu não consegui, mas agora voltou ao normal e eu posso finalmente mostrar a vocês este curta excepcional chamado "Ninjas". Ele é do Dennison Ramalho, esse cara fodão, mesmo diretor de "Amor só de Mãe", aquele outro curta diabólico que postei aqui faz um tempo. "Ninjas" é um puta curta melhor do que vários filmes nacionais de duas horas que tem por aí, não perca tempo e assista já!
domingo, 21 de julho de 2013
A Teoria Pixar
Olá galera, sei que passei um tempo afastado do blog, que ficou meio abandonado, mas tive que voltar aqui pra postar isso!
Trata-se de algo que ficou conhecido como "Teoria Pixar" e está rondando a internet ultimamente. É uma teoria do jornalista Jon Negroni que, após assistir exaustivamente todos os filmes da Pixar e achar os easter eggs, formulou a hipótese de que todos eles se passam no mesmo universo e contam uma só história: o apocalipse da Terra e um futuro bem estranho. Para entender esta história, primeiro é preciso colocar os filmes na ordem cronológica correta, coisa que o jornalista fez observando as inúmeras "pistas" deixadas pela empresa de animação. Como já tem muita história, vamos contar a síntese e deixar os easter eggs e pormenores (até física quântica entra na história) para sermos (acreditem) mais enxutos possível. É importante avisar que o texto abaixo contém vários spoilers.
Tudo começa (cronologicamente falando) pelo filme medieval Brave. Nele, uma bruxa (que tem o péssimo hábito de desaparecer por trás de portas) desenvolve uma poção que humaniza animais e objetos. É o único filme da Pixar que se presta a explicar a humanização deles. Seria aqui o começo de uma geração de animais e objetos racionais.
A seguir, vem Ratatouille, a história do ratinho que adentra a sociedade gastronômica de Paris. Aqui seria a época em que os animais racionais já se proliferaram e começaram a ousar interagir com os humanos de igual para igual, chegando até a nos superar, mas ainda sem uma comunicação clara estabelecida. Os objetos também se proliferaram? Sim, em Toy Story. Mas este filme vai além. Do que falam os três Toy Story? Não só de objetos com inteligência própria, mas de brinquedos que estão cansados de serem negligenciados pelos seus donos. #basta #revolução #vemprarua. E o que encontramos no terceiro e último filme da série?
Sim, um postal do Carl e da Ellie - o casal de Up!. Subtendendo-se que Ellie está viva nesta época, a história de Up! se passa depois da de Toy Story. Nela, o vilão desenvolve colares para os cachorros falarem. Ou seja, parece que o boato dos animais serem inteligentes se espalhou e só lhes falta uma coisa: um idioma. Senão, pra quê ele faria os colares? Enquanto isso, no mar, Marlin e Dory estão Procurando Nemo. Perceba que os peixes, embora sejam inteligentes, o máximo que desenvolveram semelhante à sociedade humana é uma escola. E lembra que a história de Up! começa pq Carl precisa arrancar a casa dele do chão pq senão ela seria demolida? Ok, guarde isso.
Então passamos para Os Incríveis! O começo deste filme fala de uma vida normal com super-heróis no mundo até a morte deles, certo? Pelo grafismo, parece que isso aconteceu nos anos 70. Até casarem e terem filhos grandes, a família superpoderosa passaria pela história do filme já nos anos 90. Época que, teoricamente, Toy Story tb se passa. E quem é o grande obstáculo da família? O maluco do Síndrome? Não - aquele robozão gigante. E os outros heróis acabaram morrendo ou pelas mãos deste robô ou tendo as capas tragadas por turbinas. Hum... parece que não são só os objetos do Andy que estão se revoltando contra o homem, não é? E estes foram mesmo direto ao ponto: eliminar os heróis.
Sem heróis, as máquinas dominam. Começa uma era de revolução industrial. Tudo tem que ceder espaço para o progresso. Até a casa de Carl entra na jogada e tem que ceder o espaço para a modernidade (aplique aqui o "guarde isso"). Por fim, a Terra fica tão poluída que quase todos os animais morrem e os humanos precisam fugir pro espaço. Por aqui, ficam só os objetos como brinquedos, casas e... Carros. Em Carros e Carros 2 simplesmente não existem humanos, embora seja claro que tenham existido em algum momento (rodovias, placas, corridas, etc). Estes filmes se passam numa realidade onde tinha acabado de sair do planeta. Em séculos, nada mais restará a não ser lixo e um robozinho melancólico e solitário chamado Wall-E. Esta animação já pula para a época em que o homem volta ao planeta. Mas Wall-E não estava sozinho - ele tinha a companhia de uma barata. Ou seja, insetos também sobreviveram ao apocalipse. E, inteligentes, continuaram a desenvolver sua sociedade e viver sua Vida de Inseto. Se em Procurando Nemo a sociedade animal era muito pouco parecida com a nossa, entre os insetos, séculos depois e sem a interferência do homem, já está bem mais parecida. Eles têm até um circo!
No filme dos peixes há presença humana, o que não acontece no filme dos insetos. Isso pq, segundo a teoria, os insetos já estariam vivendo sem nós há muito tempo. Os perigos citados sempre são "insetos maiores". A não ser o pássaro que aparece no final, que, junto com a farta vegetação, indicaria que esta história é ambientalizada quando a nave já voltou ao planeta e já estamos por aí, só que ainda muito raros para os insetos saberem. Seríamos nós os "insetos maiores"? Ou de fato alguma raça de inseto se desenvolveu de uma forma inesperada com toda poluição? Será que voltamos e, junto com esses super-insetos, acabamos desenvolvendo uma nova espécie? Uma espécie híbrida de criaturas mutantes que trabalhassem numa empresa chamada Monstros S.A.?
Pela teoria, sim. Mike, Sullivan, seus companheiros e companheiras seriam nossos descendentes monstruosos. Uma raça híbrida de humanos com insetos que enfrenta uma grande crise de energia. A viagem no tempo já é praticável, então eles descobrem que é preciso usá-la e conseguir energia no passado - as portas são estes portais. E Sullivan conhece Boo.
De alguma forma, depois do filme, Boo e Sullivan não podem mais se ver. Ela entra em desespero, fica #chatiada e neurótica com a idéia de que é possível que os animais desenvolvam inteligência (ela chamava o monstro de "gatinho"). Já sabendo da real funcionalidade das portas, consegue viajar no tempo. Futuro? Não - passado. Época medieval. Ela volta para tentar humanizar animais e objetos. E consegue. E conhece Brave.
Nó na cabeça: Boo é a bruxa de Brave. Tá de brinqs??? Volte à primeira imagem e olhe direito. Na foto com a bruxa, abaixo do martelo, há o carro da Planet Pizza. Ou seja: ela conhece o futuro. Nos objetos da casa, olhe melhor no canto direito. Não enxergou? Veja um zoom:
Sim, aquilo ali é o Sullivan desenhado. :o Além do mais, esta senhora vive desaparecendo atrás das portas. Desaparecendo não - viajando no tempo. ;)
Esta é a teoria. Os próximos filmes da Pixar podem dar mais peças do quebra-cabeça, acrescentar mais informações ou simplesmente mostrar que esta é uma teoria furada e lunática. Mas, que é muito interessante, isso é.
ps.: Um dos próximos projetos da Pixar se chama "The Good Dinossaur". Vão voltar ainda mais no tempo. Além do que, não é o primeiro dinossauro bonzinho que a empresa inventou (lembram do Rex do Toy Story?). Será que teremos ligações?
Fonte
Trata-se de algo que ficou conhecido como "Teoria Pixar" e está rondando a internet ultimamente. É uma teoria do jornalista Jon Negroni que, após assistir exaustivamente todos os filmes da Pixar e achar os easter eggs, formulou a hipótese de que todos eles se passam no mesmo universo e contam uma só história: o apocalipse da Terra e um futuro bem estranho. Para entender esta história, primeiro é preciso colocar os filmes na ordem cronológica correta, coisa que o jornalista fez observando as inúmeras "pistas" deixadas pela empresa de animação. Como já tem muita história, vamos contar a síntese e deixar os easter eggs e pormenores (até física quântica entra na história) para sermos (acreditem) mais enxutos possível. É importante avisar que o texto abaixo contém vários spoilers.
Tudo começa (cronologicamente falando) pelo filme medieval Brave. Nele, uma bruxa (que tem o péssimo hábito de desaparecer por trás de portas) desenvolve uma poção que humaniza animais e objetos. É o único filme da Pixar que se presta a explicar a humanização deles. Seria aqui o começo de uma geração de animais e objetos racionais.
A seguir, vem Ratatouille, a história do ratinho que adentra a sociedade gastronômica de Paris. Aqui seria a época em que os animais racionais já se proliferaram e começaram a ousar interagir com os humanos de igual para igual, chegando até a nos superar, mas ainda sem uma comunicação clara estabelecida. Os objetos também se proliferaram? Sim, em Toy Story. Mas este filme vai além. Do que falam os três Toy Story? Não só de objetos com inteligência própria, mas de brinquedos que estão cansados de serem negligenciados pelos seus donos. #basta #revolução #vemprarua. E o que encontramos no terceiro e último filme da série?
Sim, um postal do Carl e da Ellie - o casal de Up!. Subtendendo-se que Ellie está viva nesta época, a história de Up! se passa depois da de Toy Story. Nela, o vilão desenvolve colares para os cachorros falarem. Ou seja, parece que o boato dos animais serem inteligentes se espalhou e só lhes falta uma coisa: um idioma. Senão, pra quê ele faria os colares? Enquanto isso, no mar, Marlin e Dory estão Procurando Nemo. Perceba que os peixes, embora sejam inteligentes, o máximo que desenvolveram semelhante à sociedade humana é uma escola. E lembra que a história de Up! começa pq Carl precisa arrancar a casa dele do chão pq senão ela seria demolida? Ok, guarde isso.
Então passamos para Os Incríveis! O começo deste filme fala de uma vida normal com super-heróis no mundo até a morte deles, certo? Pelo grafismo, parece que isso aconteceu nos anos 70. Até casarem e terem filhos grandes, a família superpoderosa passaria pela história do filme já nos anos 90. Época que, teoricamente, Toy Story tb se passa. E quem é o grande obstáculo da família? O maluco do Síndrome? Não - aquele robozão gigante. E os outros heróis acabaram morrendo ou pelas mãos deste robô ou tendo as capas tragadas por turbinas. Hum... parece que não são só os objetos do Andy que estão se revoltando contra o homem, não é? E estes foram mesmo direto ao ponto: eliminar os heróis.
Sem heróis, as máquinas dominam. Começa uma era de revolução industrial. Tudo tem que ceder espaço para o progresso. Até a casa de Carl entra na jogada e tem que ceder o espaço para a modernidade (aplique aqui o "guarde isso"). Por fim, a Terra fica tão poluída que quase todos os animais morrem e os humanos precisam fugir pro espaço. Por aqui, ficam só os objetos como brinquedos, casas e... Carros. Em Carros e Carros 2 simplesmente não existem humanos, embora seja claro que tenham existido em algum momento (rodovias, placas, corridas, etc). Estes filmes se passam numa realidade onde tinha acabado de sair do planeta. Em séculos, nada mais restará a não ser lixo e um robozinho melancólico e solitário chamado Wall-E. Esta animação já pula para a época em que o homem volta ao planeta. Mas Wall-E não estava sozinho - ele tinha a companhia de uma barata. Ou seja, insetos também sobreviveram ao apocalipse. E, inteligentes, continuaram a desenvolver sua sociedade e viver sua Vida de Inseto. Se em Procurando Nemo a sociedade animal era muito pouco parecida com a nossa, entre os insetos, séculos depois e sem a interferência do homem, já está bem mais parecida. Eles têm até um circo!
No filme dos peixes há presença humana, o que não acontece no filme dos insetos. Isso pq, segundo a teoria, os insetos já estariam vivendo sem nós há muito tempo. Os perigos citados sempre são "insetos maiores". A não ser o pássaro que aparece no final, que, junto com a farta vegetação, indicaria que esta história é ambientalizada quando a nave já voltou ao planeta e já estamos por aí, só que ainda muito raros para os insetos saberem. Seríamos nós os "insetos maiores"? Ou de fato alguma raça de inseto se desenvolveu de uma forma inesperada com toda poluição? Será que voltamos e, junto com esses super-insetos, acabamos desenvolvendo uma nova espécie? Uma espécie híbrida de criaturas mutantes que trabalhassem numa empresa chamada Monstros S.A.?
Pela teoria, sim. Mike, Sullivan, seus companheiros e companheiras seriam nossos descendentes monstruosos. Uma raça híbrida de humanos com insetos que enfrenta uma grande crise de energia. A viagem no tempo já é praticável, então eles descobrem que é preciso usá-la e conseguir energia no passado - as portas são estes portais. E Sullivan conhece Boo.
De alguma forma, depois do filme, Boo e Sullivan não podem mais se ver. Ela entra em desespero, fica #chatiada e neurótica com a idéia de que é possível que os animais desenvolvam inteligência (ela chamava o monstro de "gatinho"). Já sabendo da real funcionalidade das portas, consegue viajar no tempo. Futuro? Não - passado. Época medieval. Ela volta para tentar humanizar animais e objetos. E consegue. E conhece Brave.
Nó na cabeça: Boo é a bruxa de Brave. Tá de brinqs??? Volte à primeira imagem e olhe direito. Na foto com a bruxa, abaixo do martelo, há o carro da Planet Pizza. Ou seja: ela conhece o futuro. Nos objetos da casa, olhe melhor no canto direito. Não enxergou? Veja um zoom:
Sim, aquilo ali é o Sullivan desenhado. :o Além do mais, esta senhora vive desaparecendo atrás das portas. Desaparecendo não - viajando no tempo. ;)
Esta é a teoria. Os próximos filmes da Pixar podem dar mais peças do quebra-cabeça, acrescentar mais informações ou simplesmente mostrar que esta é uma teoria furada e lunática. Mas, que é muito interessante, isso é.
ps.: Um dos próximos projetos da Pixar se chama "The Good Dinossaur". Vão voltar ainda mais no tempo. Além do que, não é o primeiro dinossauro bonzinho que a empresa inventou (lembram do Rex do Toy Story?). Será que teremos ligações?
É, parece que o Pizza Planet Truck não é a única coisa em comum nos filmes da Pixar...
Fonte
domingo, 5 de maio de 2013
Curta: Cargo
O festival australiano Tropfest acontece todos os anos em fevereiro e, em vinte anos desde sua primeira edição, se tornou o maior festival de curtas do mundo. Na edição desse ano, um dos finalistas chamou a atenção dos fãs de zumbis. "Cargo" não se trata de um curta de horror, mas sim de um vídeo tocante que usou o universo dos zumbis de forma criativa e diferente do que estamos acostumados. (assim como Charlie Byte My Finger, lembra?)
Dirigido por Ben Howling e Yolanda Ramke, Cargo mostra um homem em meio a um apocalipse zumbi que precisa defender o que carrega de mais importante: sua filha. Todos os filmes feitos para o Tropfest devem incluir o Tropfest Signature Item (TSI), um objeto que simboliza o festival a cada ano e que prova que o curta foi feito especificamente para o evento. O objeto desse ano foi um balão.
Lógico que você vai ver agora este magnífico curta completo :)
Perfeito, não?
quinta-feira, 2 de maio de 2013
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